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Operário tem a vantagem no confronto por causa da melhor campanha na primeira fase

Comercial e Operário abrem confronto neste sábado no Morenão

Por Rogério Vidmantas
Imagem: Divulgação/OFC
Com parte dos elencos renovados, times tentam superar falta de ritmo após oito meses parados
 
O Campeonato Sul-Mato-Grossense recomeça neste sábado (28) com o mais tradicional clássico do Estado. Comercial e Operário se enfrentam pela rodada de ida das quartas de final no Estádio Morenão, às 16h, abrindo o confronto por uma vaga na semifinal e enfrentar o Aquidauanense, previamente classificado com a desistência do Corumbaense. Melhor campanha na primeira fase que o adversário, o Galo tem a vantagem de avançar em caso de igualdade após os dois jogos. 
 
Devido à pandemia da covid-19, o clássico não terá presença de público, seguindo orientação da CBF para os jogos profissionais pelo país. Neuri Antônio Przybulinski será o árbitro, auxiliado por Eduardo Gonçalves da Cruz e Wanderson Fonseca Bugarin.
 
O Comerário que reabre o Estadual é bem diferente do confronto da primeira fase que terminou com a vitória do Colorado por 2 a 0. Apesar dos clubes terem mantido os treinadores e boa parte do elenco, o desempenho dos times é incógnita que só será resolvida na hora que a bola rolar. Tanto Robson Mattos, do Comercial, como Glauber Caldas, do Operário, comandaram seus times a última vez em março, quando a competição foi paralisada. Na reapresentação, passaram boa parte de novembro apenas com treinos, dada a impossibilidade de se marcar amistosos para avaliar a equipe. 
 
Adaptação e falta de ritmo
 
A inatividade durante os últimos oito meses foi o principal desafio que Robson e Glauber enfrentaram para os dois jogos entre eles, valendo a sequência no Estadual. “Nós recebemos os atletas bem abaixo do ideal, sem ritmo de jogo e direcionamos o trabalho de duas semanas de recondicionamento físico e depois aprimoramos os trabalhos técnicos e táticos. Acredito que todos os times, com exceção do Águia Negra, terão dificuldades com essa falta de ritmo que atrapalha a organização, tomada de decisão no jogo”, avalia o treinador colorado. 
 
No Galo, a preocupação de Glauber Caldas foi o de chegar na partida deste sábado com os atletas em uma condição minimamente similar. “O grupo chegou heterogêneo. Temos atletas que não jogaram durante a paralisação e manteve o condicionamento físico em casa, outros que estavam em atividade. Nosso trabalho foi tentar igualar essa condição com o cuidado de reduzir o risco de lesões neste processo”, afirmou.
 
Em relação ao elenco, cada clube teve a possibilidade de inscrever sete novos jogadores, o que, na teoria, os manteve com a base que vinha disputando o campeonato. Segundo Glauber, a chegada dos novos atletas foi bem absorvida pelo grupo operariano. “Nossas contratações foram bem pontuais, repondo posições que a gente perdeu. A adaptação foi rápida graças a forma como a gente fez as contratações, respeitando perfis dentro de uma linha de prospecção que busca reduzir erros e facilitar essa adaptação”.
 
A situação no Colorado não foi diferente. “Nós temos 70% dos jogadores que estavam conosco antes da paralisação e sete novos jogadores e temos trabalhado com cada um dos grupos que tem facilitado a integração. Só o tempo e os jogos vão melhorar a combinação e podem no conjunto terem desempenho relativamente bom”, completou Robson Mattos.
 

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