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André Gonçalves cumpre prisão em casa e perde mais trabalhos

Imagem: Reprodução
André Gonçalves teve que interromper os ensaios da peça “Sem ela não pode ser” para cumprir prisão domiciliar por dever pensão alimentícia às filhas.
 
“Por conta do que aconteceu, ele não vai mais poder fazer o trabalho. Só se a Justiça entender que para pagar a pensão ele terá que voltar a trabalhar. Acredito que ele esteja tentando isso com os advogados. Preso em casa é que ele não vai conseguir pagar. Em casa, ele tem que pedir dinheiro emprestado, e a dívida só aumenta”, disse Marcello, em entrevista à coluna de Patricia Kogut, do jornal “O Globo”.
 
Atualmente, André está na casa em que vive com Danielle Winits, no Rio, usando tornozeleira eletrônica e, por 60 dias (prazo que vai até agosto), não poderá se ausentar de lá.
 
Na última sexta-feira (8), André chegou a passar uma noite na cadeia por conta do processo que as filhas movem devido a uma dívida acumulada de pensão. A Valentina, de 18 anos, filha de seu relacionamento anterior com Cynthia Benini, ele deve R$ 350 mil; e a Manuela, de Tereza Seiblitz, cerca de R$ 100 mil.
 
“O acordo que sei que André queria fazer era o de dar uma porcentagem do valor arrecadado com o espetáculo, que já estava fechado e iria para quatro lonas culturais. Ele estava feliz achando que as outras partes iam aceitar a proposta da venda por bilhetes. Mas não aconteceu. Há muito tempo não tenho contato com as minhas sobrinhas. Isso não é uma crítica nem é um julgamento. Acho, sim, que ele tem que pagar, afinal elas têm colégio, faculdade, a vida delas. Mas as coisas não estão fáceis. Qual brasileiro não está endividado? Eu mesmo, na pandemia, perdi trabalho, fiquei sem salário, sem renda. Tive que diminuir meus gastos. A vida de artista não é fácil, ainda mais com a pandemia no meio do caminho, com um governo que terminou com o Ministério da Cultura… Ele tem que pagar, e deve. Mas ele quer sair para trabalhar.  Não quer sair foragido do Brasil. É um cara talentoso, cheio de experiência”, completou Marcello.
 
“Há de se ter uma relação de afeto, de diálogo, para que as coisas andem. Não adianta colocar o pai na parede, dizendo: “Vou processar”. Está tudo muito difícil. As coisas poderiam ser feitas com mais empatia. “Pai, vamos fazer o que juntos para ganhar dinheiro? Vamos fazer um filme? Um roteiriza, o outro atua”. Não estou culpando ninguém, cada um tem seu carma. Na vida, as coisas mudam, uma hora a gente está embaixo, outra hora a gente está em cima. Torço para que lá na frente eles possam se reconciliar”, finalizou.

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