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Não é momento de descuidar: taxa de contágio tem leve aumento em MS

Por Paulo Fernandes
Subcom
Imagem: Saul Schramm
Motivo de comemoração, a liderança de Mato Grosso do Sul na vacinação criou uma falsa impressão de que a pandemia ficou no passado, mas médicos infectologistas e o secretário de Saúde Geraldo Resende alertam que é necessário manter os cuidados, como o distanciamento social, uso de máscaras e higienização das mãos.
 
Possivelmente por conta da negligência de algumas pessoas com os protocolos de biossegurança, a taxa de contágio teve um leve aumento, passando de 0,82 para 0,86 nos últimos três dias. Apesar desse crescimento, o índice abaixo de 1 revela uma tendência de estabilização na transmissão do vírus. A taxa de 0,86 significa que um grupo de 100 pessoas contaminadas transmite o vírus para outras 86.
 
“Tem muita gente que acha que vencemos a pandemia, que deixam de usar máscaras, deixam de higienizar as mãos. Nos últimos três dias, tivemos um pequeno aumento da taxa de contágio de 0,82 para 0,86. Não vencemos a pandemia. Ainda temos que nos cuidar porque estão rondando perto de Mato Grosso do Sul todas as variantes”, explicou Geraldo Resende.
 
Ontem, o Estado atingiu a marca de 30% da população completamente imunizada contra a Covid-19 com a 2ª dose ou a vacina de aplicação única. “Mato Grosso do Sul conquistou uma marca histórica. É o primeiro estado do País a ter mais de 30% da população totalmente imunizada“, comemorou o secretário. Segundo ele, caso as vacinas cheguem a Mato Grosso do Sul sem atraso, no fim de agosto o Estado deve alcançar a imunidade de rebanho.
 
Outros números
A Covid-19 já contaminou 351.267 sul-mato-grossenses e matou 8.802. No Boletim Epidemiológico desta sexta-feira (23) foram registrados 656 novos casos e 23 mortes. As mortes foram de moradores de Campo Grande (9), Corumbá (2), Ponta Porã (2), Coronel Sapucaia, Jardim, São Gabriel do Oeste, Fátima do Sul, Anastácio, Naviraí, Maracaju, Chapadão do Sul, Paranaíba e Miranda.
 
Entre essas vítimas está uma jovem de 25 anos, que faleceu na última terça-feira (20), na Capital. Ela tinha doença respiratória. Em todo o país, são mais de 19,5 milhões de casos confirmados e 619 mil óbitos.
 
Ainda conforme o boletim, em todas as macrorregiões de saúde existem leitos de UTI disponíveis. A maior ocupação global é de Campo Grande, com taxa de 84%. Dourados, Corumbá e Três Lagoas estão com 53%, 52% e 49% dos leitos ocupados.
 
Confira o boletim aqui na versão resumida e completa.

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