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Pia Taufatofua voltou a ser destaque na cerimônia de abertura da Olimpíada

Sucesso no Rio, besuntado "quebra" as redes e ganha concorrente

Por ig.com/cnnbrasil
Imagem: Instagran/Jamiesquire
 
O porta-bandeira da delegação de Tonga, Pia Taufatofua, voltou a fazer sucesso nas redes sociais, ao aparecer com o corpo completamente besuntado na cerimônia de abertura das Olimpíadas de Tóquio, realiza nesta sexta-feira, no Estádio Nacional de Tóquio. 
 
 
A fama do atleta fora do esporte veio há cinco anos, no Maracanã, quando ele apareceu com o corpo lotado de óleo, sem camisa e com uma saia típica das ilhas que rodeiam a Austrália. Desde então, Pia ficou conhecido no Brasil como o "Besuntado de Tonga".
 
Atleta do taekwondo e listado para lutar na categoria acima de 80 quilos, o esportista havia prometido novidades para o evento desse ano, entretanto, o fato novo ficou apenas na presença da máscara de proteção contra a Covid-19. 
 
Além disso, ele ganhou um concorrente. O Porta-bandeira de Vanuatu, Riilio Rii também besuntou o corpo e entrou um pouco depois de Tonga na cerimônia de abertura. Ele, que é atleta do Remo na categoria single skiff, inclusive já disputou provas nessa Olimpíada e chegou em último na bateria. Ele disputa agora a repescagem às 20h50 (de Brasília). 
 
Atletas israelenses mortos em 1972 são lembrados na abertura de Tóquio
 
Os atletas olímpicos de Israel mortos por atiradores palestinos durante os Jogos Olímpicos de Munique, em 1972, foram lembrados durante a cerimônia de abertura das Olimpíadas de 2020 nesta sexta-feira (23) com um momento de silêncio, na primeira vez que isso aconteceu durante uma cerimônia de abertura das Olimpíadas.
 
As famílias das 11 vítimas do ataque pediam há tempos que o Comitê Olímpico Internacional (COI) realizasse um momento de silêncio durante as cerimônias de abertura dos Jogos, mas até esta sexta este pedido vinha sendo recusado.
 
Em vez de atender os pedidos dos parentes das vítimas para que elas fossem lembradas nas cerimônias de abertura, o COI decidiu em 2016 inaugurar um Lugar de Luto em uma parte da vila olímpica dos Jogos do Rio de Janeiro para lembrar os mortos durante os Jogos Olímpicos, com duas das viúvas dos atletas israelenses presentes.
 
Relembre o caso
Em 5 de setembro de 1972, membros da equipe olímpica de Israel foram feitos reféns em uma vila olímpica dos atletas com segurança precária por atiradores palestinos do grupo Setembro Negro.
 
Em 24 horas, 11 israelenses, 5 palestinos e 1 policial alemão estavam mortos depois de um impasse e da tentativa de resgate que gerou um tiroteio.
 
 
Sem máscara, Quirguistão e Tajiquistão destoam em abertura das Olimpíadas
 
Atletas de dirigentes dos países da Ásia Central, além de porta-bandeira do Paquistão, deixaram de cumprir protocolo de segurança contra a Covid-19
 
A equipe olímpica do Quirguistão desfilou sem máscara no Estádio Nacional de Tóquio na cerimônia de abertura das Olimpíadas, nesta sexta-feira (23), em um contraste estranho com a maior parte das nações que os precederam usando o equipamento de proteção – e de acordo com os protocolos contra a Covid-19.
 
Apenas um dos atletas do país da Ásia Central cobriu o rosto, com os outros membros da pequena delegação, incluindo seus dois porta-bandeiras, acenando e sorrindo ao entrar no estádio.
 
Pouco depois, a equipe do Tajiquistão também marchou sem máscara, enquanto os dois porta-bandeiras do Paquistão também optaram por não cobrir o rosto, ao contrário da grande maioria dos outros participantes da cerimônia.
 
Os organizadores das Olimpíadas não responderam imediatamente a um pedido de comentários sobre as delegações sem máscaras na cerimônia.
 

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