“Não deixaria minha filha dançar na boquinha da garrafa”, afirma Carla Perez

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Texto e Entrevista: Leandro Lel Lima
Edição: Paulo Henrique Lima

Eterna loira do TchanCarla Perezsempre será lembrada com muito carinho e saudosismo dos fãs do grupo de axé. Ao lado do cantor Xanddy, Carla construiu uma família ao longo dos últimos 19 anos de união.

Ao Observatório dos Famosos, Carla relembrou parte da sua trajetória. Ela foi convidada para desfilar de lingerie para a grife brasileira Nayane Rodrigues, na noite do último sábado (09) em São Paulo.

Momentos antes de desfilar pela grife, a também apresentadora revelou que é apaixonada por roupas íntimas. Ela ainda falou do estilo de vida que os filhos, Camilly Vitória, 17, e Victor Alexandre, 15, levam nos EUA. Além disso ela falou sobre o conservadorismo que vem atingindo vários setores da sociedade.

Carla foi categórica e afirmou que não deixaria a filha dançar na boquinha da garrafa, um dos maiores hits do grupo: “Vejo uma geração mimimi muito gigante, as pessoas estão ficando muito mais maldosas. Eu dancei e vi muitas crianças dançando sem maldade alguma, era outra época”.

Confira:

Você fez parte do É o Tchan numa época em que “tudo” era liberado. Se fosse hoje o conservadorismo bateria forte?

“Muito mais diferente [época]. Hoje vejo uma geração mimimi muito gigante, que faz com que as pessoas se culpem por algo que, às vezes, ela não teve a intenção de fazer por maldade. E, ao mesmo tempo, as pessoas estão ficando muito mais maldosas”.

Apelo sexual 

“Era outros tempos, não tinha essa maldade, não tinha esse apelo sexual, apesar de ser sensual. Hoje eu não deixaria minha filha dançar na boquinha da garrafa, eu dancei e vi muitas crianças dançando sem maldade alguma”.

O quanto você gosta de lingerie?

“Lingerie me faz me sentir sexy pro meu marido. Body, bem pequenininho, vermelho, em alguns dias, rosinha. Tem também os dias de conforto, aí vem algo como se eu estivesse sem nada”.

E pra usar durante um evento como hoje também dá?

“Gosto de peças que combinem com a minha roupa, que me faça ganhar tempo e ainda ter conforto. Tem que valorizar, não pode ficar vulgar”.

E como está a vida da família nos EUA?

“Não dá pra mensurar. Dar essa oportunidade pra eles, [filhos estudam nos EUA]. Eles escolherem, um desejo deles. Os amigos estavam planejando fazer intercâmbio. A gente, casal, mudou os nossos planos pra que isso acontecesse. Estamos respeitando esse momento deles. Criar filhos é uma responsabilidade muito grande.”

Jeep

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