São Bento 02

Idenor Machado consegue manter mandato por 11 votos a 6, mas continua afastado

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O plenário da Câmara de Dourados não acatou o relatório final da Comissão Processante que julgava denúncia de supostos atos de corrupção que teriam sido cometidos pelo vereador Idenor Machado (PSDB).

Votaram pela cassação os vereadores Cido Medeiros, Madson Valente, Lia Nogueira, Marcelo Mourão, Daniela Hall, Sérgio Nogueira, Alan Guedes, Elias Ishy, Silas Zanata, Olavo sul e Romualdo Ramin.

Votaram contra a cassação os vereadores Juarez de Oliveira, Carlito do Gás, Jânio Miguel, Bebeto, Júnior Rodrigues e Maurício Lemes.

Dois vereadores, Marinisa Misoguchi e Toninho Cruz, estavam impedidos de votar hoje, por serem beneficiados diretos com o resultado, já que são suplentes da coligação.

Os mesmos seis vereadores também votaram pela manutenção do mandato dos vereadores afastados Cirilo Ramão (MDB) e Pedro Pepa (DEM), na quarta e na quinta-feira da semana passada, respectivamente.

O diferencial agora, em comparação aos outros dois vereadores, é que os três membros da Comissão Processante fizeram relatório defendendo a cassação do mandato de Idenor Machado. Só que na hora de votar em plenário, apenas Cido Medeiros (DEM), membro da comissão, se manteve com o relatório. O presidente Jânio Miguel e o relator Júnior Rodrigues (PR) votaram contra o próprio relatório e votaram favoravelmente à absolvição do vereador tucano.

Assim como Cirilo Ramão e Pedro Pepa, Idenor Machado continua afastado do cargo pela Justiça.

O julgamento durou cerca de 4 horas e Idenor Machado foi à Câmara acompanhado pela família. Antes da defesa, ele mesmo foi à tribuna e se emocionou em diversos momentos, relembrando sua trajetória de vida em Dourados.

Já o advogado Felipe Azuma usou de tom professoral e fez uma defesa que começou a receber elogios em redes sociais imediatamente após sua vitoriosa explanação. 

Foto: Filipe Prado

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