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Escritor indicado pela vereadora Marinisa ganha prêmio Ildefonso Ribeiro da Silva

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O presidente da Academia Douradense de Letras Marcos Ribeiro tem sido destaque dentro e fora do País com a literatura regional levando o nome de Dourados

 O início da sessão ordinária dessa semana foi reservado para a entrega do Prêmio Idelfonso Ribeiro da Silva, criado em 2008 para agraciar escritores do município de Dourados que tenha se destacado na produção literária regional sul-mato-grossense. O vencedor da décima edição foi o escritor Marcos Coelho, indicado pela vereadora Marinisa Mizoguchi (PSB).

 

A vereadora revela que desde 2015 indica o nome do escritor. Que foi conquistada por ele quando foi secretária municipal de Educação e implantou bibliotecas nas escolas da Rede pública e nos CEIMs – Centros de Educação de Infantil e ele a apoiou com um grupo de contadores de histórias ligado a Academia.

“É linda a história de vida desse jovem, que tem uma trajetória brilhante. O que me chama a atenção nele é a forma dinâmica com que lida com a literatura regional. Em pouco tempo na Academia Douradense de Letras, cinco anos, conseguiu colocar Dourados em posição destaque no cenário nacional e internacional e ainda ocupar o cargo maior da entidade”, destaca Marinisa.

A parlamentar enfatiza que o prêmio é mais que merecido, pois o escritor, hoje reconhecidamente douradense, leva o nome do município por onde passa e até mesmo no título de uma de suas obras literárias.

“Como nos ensina a Bíblia Sagrada, ninguém chega à terra prometida, sem antes passar pelo deserto. Você passou por muitas provações e dificuldades, mas soube transformar as lutas e dores em amor e poesia. Por isso hoje você recebe esse tão merecido prêmio”, concluiu Marinisa.

Marcos Coelho usou a tribuna e fez um discurso bastante emocionado. Ele agradeceu todos que de alguma forma contribuíram durante sua trajetória, em especial a mãe dele Eli Coelho Pereira, a quem chamou de musa inspiradora, a escritora Ruth Hellmann, que morreu em março desse ano, que a tinha como madrinha na Academia Douradense de Letras e a vereadora Marinisa Mizoguchi, por acreditar nele e no seu trabalho há tanto tempo.

“Quero agradecer a vereadora Marinisa por acreditar em mim, por ter indicado meu nome várias vezes para concorrer esse tão importante prêmio, que para nós escritores douradenses é como o ‘Oscar da Literatura’. O importante não é ganhar o ‘Oscar’, mas sim saber o que fazer com ele depois. Esse prêmio é um compromisso de uma vida é sinônimo de mais responsabilidades. A minha vida se resume na procura de oásis em desertos de nãos. Mas sempre quando não o encontro, faço das minhas lagrimas e do meu deserto, o oásis que procuro”, declarou emocionado o escritor douradense.

Marcos Coelho, de 38 anos, é natural de Fátima do sul e este ano, recebeu da Câmara de Vereadores de Dourados o título de Cidadão Douradense. É autor de diversos livros, dentre estes, “Dourados e sua Natureza em Prosa, Poesia e Cordel”, que leva no título o nome do município.

Ele Iniciou a vida literária oficialmente como poeta em 2012 na Argentina, país onde retornou por diversas vezes para participar do Encontro de Escritores do Mercosul, além de ter participado de eventos similares em outros países como Paraguai, Bolivia, Chile e Peru.

O escritor foi premiado como Contista, em 2013, pela Academia Sul-mato-grossense de Letras e em 13 de agosto de 2014, tornou-se membro titular da Academia Douradense de Letras, da qual hoje é presidente atualmente e ocupa a cadeira n° 06, que tem como patrono Marechal Cândido Rondon.

Fotos: Divulgação

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