São Bento 02

Contra cortes, professores fazem protesto no centro

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Manifestantes em frente à Catedral de Dourados, durante protestos no dia nacional de greve. Gracindo Ramos/Divulgação

Com ato público na Praça Antônio João e passeata na Marcelino Pires, educadores e estudantes e servidores reclamam de medidas do governo federal

Professores universitários e de escolas estaduais e municipais, apoiados por estudantes e servidores de outros setores da administração pública, lotaram ontem o calçadão em frente à Catedral de Dourados, na Praça Antônio João, no dia de greve nacional contra medidas do governo federal.

Assim como em grande parte das cidades brasileiras, o ato protestou contra a reforma da Previdência e contra os cortes de recursos da educação, adotados pelo governo Bolsonaro.

“Essa luta também é de todas as pessoas, de todos os trabalhadores. A proposta do governo é desconstruir a previdência que temos hoje. A capitalização proposta pelo governo é um risco sério para as pessoas que já estão aposentadas”, afirmou a líder sindical Gleice Jane Barbosa.

O corte de recursos da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) também foi motivo de protestos. A instituição de ensino superior teve 30% de R$ 63,9 milhões bloqueados e terá R$ 18,9 milhões a menos no orçamento.

“O impacto no orçamento da UFGD vai afetar diretamente a vida das pessoas e a economia douradense. O ministro da Educação disse que após a aprovação da reforma da Previdência isso [cortes] se normaliza. Isso é chantagem do governo”, afirmou a professora Cláudia Marques Roma, presidente do sindicato dos professores da UFGD.

Após os discursos no calçadão, os manifestantes fizeram uma passeata pela Avenida Marcelino Pires. À tarde teve ato dos estudantes universitários.

Jeep

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