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Pouco de cada

A Porsche mostrou duas novas versões intermediárias de seus esportivos de entrada. Os Boxster 718 T e Cayman 718 T combinam motores das versões mais baratas com equipamentos da versão de topo S, como suspensão esportiva que reduz a altura do modelo em 20 mm, coxins ativos de motores, diferencial traseiro blocante e tecnologia de vetorização de torque. Os modelos estão confirmados para o Brasil em 2019.

Em relação ao motor, trata-se do mesmo adotado na versão de entrada, um boxer turbo com quatro cilindros de 2 litros, que gera 300 cv e 38,7 kgfm. O propulsor leva os 718 T aos 100 km/h, partindo da imobilidade, em 5,1 segundos se o câmbio for manual e 4,7 segundos caso seja o automatizado PDK.

 

Fora de cogitação

A Volkswagen bateu o martelo: o T-Cross não vai ter versão híbrida. Segundo Andreas Krüger, gerente de produto responsável pelos compactos da marca, uma variante com trem de força híbrido custaria muito caro, valor próximo ao projeto de um modelo puramente elétrico e totalmente novo. O modelo deve chegar às lojas brasileiras em março do ano que vem.

O T-Cross vai ser fabricado em território nacional, em São José dos Pinhais (PR). Serão duas motorizações: um 1.0 de três cilindros de 128 cv com câmbio manual ou automático, e outro 1.4 de quatro cilindros de 150 cv associado a um câmbio apenas automático. A marca ainda não revelou preços e a gama de versões do modelo.

Em teste

Versão elétrica do Kwid, o até então protótipo K-ZE está em testes na China, onde será fabricado. Segundo a Renault, ele terá autonomia de aproximadamente 250 km e deve ter sua versão final de produção bastante parecida com o protótipo, com faróis mais modernos e grade frontal fechada. Ainda não há mais informações técnicas sobre o modelo.

O Kwid K-ZE foi mostrado no Salão de Paris desse ano. Ele está previsto para ser produzido a partir do ano que vem, numa joint venture entre a Renault e a chinesa Dongfeng. A expectativa é de que o modelo seja vendido em mercados emergentes, como Brasil e Índia.

Bem confiante

A JAC Motors garantiu a apresentação do T80 no início de 2019. O modelo é o maior SUV da gama da fabricante, com 4,79 m de comprimento, 1,90 m de largura e 1,76 m de altura (maior que Volkswagen Tiguan Allspace e Chevrolet Equinox, por exemplo, que medem 4,70 m e 4,65 m, respectivamente). A distância entre os eixos é de 2,75 m. Ele vai estar disponível em versão única a partir de 7 de fevereiro com preço tabelado de R$ 139.990 – será o carro chinês mais caro à venda no país, tomando o posto do Lifan X80, que sai por R$ 132.777.

O JAC T80, como todo carro chinês, vai tentar conquistar pela relação entre o preço e o nível de equipamentos. Ele virá com central multimídia com tela de 10 polegadas e quadro de instrumentos virtual, controles de estabilidade e tração, airbags laterais e de cortina, entre outros itens. Sob o capô, terá um 2.0 turbo com 210 cv associado a um câmbio automatizado de dupla embreagem e seis velocidades.

 

Brasil de fora

A nova geração do Hyundai Veloster vai desembarcar na Argentina. O cupê vai custar a partir de US$ 34.900 (cerca de R$ 135 mil) e terá três versões, que serão importadas da Coreia do Sul e terão garantia de três anos ou 100 mil km. Haverá ainda a oferta do Veloster N, com motor 2.0 turbo de 275 cv, a partir do ano que vem.

De acordo com a marca, as versões do Veloster argentino serão 2.0 Tech 6AT, 1.6T Sport 6MT e 1.6T Ultimate 7DCT. Os motores compreendem um 2.0 aspirado de 149 cv e 18,3 kgfm de torque associado ao câmbio automático de 6 marchas, e um 1.6 turbo que desenvolve 204 cv e 27 kgfm – a transmissão pode ser manual de seis velocidades ou automatizada de dupla embreagem e sete marchas.

 

À prova de balas

A Audi lançou uma versão do Q5 blindada de fábrica. O Q5 Security é baseado na versão intermediária Ambiente e já está disponível nas concessionárias da marca por R$ 370.990. A blindagem é do nível IIIA, a mais alta disponível no Brasil para uso civil – suporta disparos de pistolas, submetralhadoras e espingardas, por exemplo.

Sob o capô, o motor é o 2.0 de 252 cv de potência acoplado ao câmbio automático de sete marchas. A força é despejada nas quatro rodas através da tração 4X4. A versão precisou de reajustes para suportar os 500 kg provenientes da blindagem, como recalibração do controle de estabilidade, elevação do centro de gravidade e freios com maior poder de frenagem. O peso total do modelo é de 2.295 kg.

 

Vem aí

A Venko Motors, que detém as operações da SsangYong no Brasil, vai lançar dois novos modelos premium da marca sul-coreana no Brasil em 2019. As operações já acontecem há um ano, com a importação de modelos como o SUV compacto Tivoli, os SUVs Korando e XVL e a picape Actyon Sports. Não foram divulgados quais são os novos carros, no entanto.

O início das operações da SsangYong no Brasil foi marcado pela retomada do atendimento aos antigos clientes da marca e pela montagem de um centro de distribuição de peças de reposição. Atualmente, são 11 concessionárias plenas, além de 14 oficinas credenciadas, com previsão, no primeiro bimestre de 2019, de mais quatro novos pontos de assistência técnica e uma loja na região norte do País. Em 2009, a Venko Motors introduziu os carros da Chery por aqui, o que durou até 2012 quando a chinesa decidiu construir uma fábrica em território nacional.

 

Agenda marcada

A versão de produção do conceito Porsche Mission E já tem data para ser apresentada. O modelo será mostrado no Salão de Nova Iorque, em março do ano que vem. Trata-se de um superesportivo elétrico, que está sendo desenvolvido na Alemanha, com custos que giram em torno de 1 bilhão de euros. O lançamento oficial acontecerá em meados de 2019 e as vendas serão iniciadas em 2020, inclusive no Brasil.

A autonomia do carro vai ficar em torno dos 500 km. Ele vai contar com um dispositivo de recarga capaz de gerar 100 km de autonomia em apenas 4 minutos. Em relação ao desempenho, dois motores elétricos prometem gerar cerca de 600 cv de potência nas versões de topo – o zero a 100 km/h é feito em 3,5 segundos. Outros propulsores vão entregar 530 e 400 cv.

 

Mudança estratégica

A Hyundai tem um novo destino para o Creta produzido no Brasil. Agora, o utilitário é exportado para a Colômbia, onde, até então, o modelo que chegava era o indiano. O Creta enviado para a Colômbia será sempre com motor 1.6 a gasolina com câmbio automático ou manual.

De acordo com a fabricante, a exportação do Creta para a Colômbia se dará pelo mar, através do Porto de Santos, em São Paulo. Serão aproximadamente 15 dias para a chegada dos carros até lá – os modelos oriundos da Índia demoravam 30 dias.

 

Mais informações

A Volkswagen divulgou novos detalhes sobre o elétrico I.D. De acordo com Jürgen Stackmann, membro da direção da empresa, o modelo vai ter 550 km de autonomia e vai custar um valor próximo ao do Golf a diesel europeu, que é vendido por preços entre 23 mil e 35 mil euros – aproximadamente R$ 101.600 e R$ 154.700, respectivamente. A produção vai começar em novembro do ano que vem.

A plataforma MEB, para carros elétricos da Volkswagen, suporta instalação de baterias de 48 kWh a 111 kWh, com refrigeração líquida. Ela vai servir de base para todas as versões do hatch I.D., assim como de outros modelos, como os protótipos I.D. Crozz e I.D. Vizzion, por exemplo. No caso do hatch, ele poderá ter 80% da carga com 50 minutos conectado à tomada.

 

Acessibilidade de luxo

A Land Rover está mirando os clientes portadores de necessidades especiais e desenvolveu um projeto de portas automatizadas para abertura e fechamento com comandos de gestos. São vários sensores que conseguem identificar movimentações no entorno do carro. O sistema funciona de forma parecida com o dos porta-malas automatizados, ou seja, também é bem útil para o caso de mãos ocupadas para abrir o carro.

 

Mundo melhor

Os 28 países membros da União Europeia se comprometeram a reduzir a emissão de gases poluentes por automóveis na atmosfera. Após reunião no Parlamento Europeu, ficou acordada a diminuição de 37,5% dos poluentes até 2030 e de 15% até 2025. A ideia é atingir os objetivos do Acordo de Paris, assinado por 195 países em 2015.

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