Elvis, Priscilla e a filha do casal, Lisa Marie

O ídolo sexual que era um fracasso na hora do sexo

Imagem: Wikimedia Commons
Desde o início do sucesso mundial de Elvis Presley, o astro foi considerado um símbolo sexual, seja por sua maneira de se vestir ou pelo rock afiado que chegou até a ser criticado pela igreja católica nos Estados Unidos. Porém, a vida não foi tão fácil para Presley em relação as mulheres, pelas quais desde cedo, segundo declarações de amigos próximos, era extremamente interessado.
Por sempre estar junto de sua mãe, no colégio os garotos de sua sala zoavam com ele, chamando-o de filhinho da mamãe. Com esses bullyings, poucas eram as meninas que se interessavam por Elvis. Por conta disso, passou grande parte da sua adolescência em bairros negros de Memphis, onde as mulheres davam mais crédito para ele.
Elvis começou a sair com uma amiga, Dixie Locke aos 15 anos, e sua relação durou desde o ensino médio até o período em que gravava músicas na Sun Records. Quando terminaram, ele iniciou um romance com June Juanico, que, aparentemente, foi a única namorada do Rei do Rock que sua mãe gostou.
Mesmo tendo namorado somente um ano, Juanico afirma que eles nunca chegaram a ter relação sexual, pois, ela declarou que, “tinha muito medo de engravidar”. Depois que sua fama começou a repercutir, em 1956, Elvis não queria mais se envolver com as meninas de Memphis, mas sim com as atrizes de Hollywood.
Nomes como Natalie Wood, Judy Tyler, Shellet Fabares e Connie Stevens foram algumas das mulheres que passaram na vida do astro ao longo do tempo. Gladys, mãe de Elvis, afirmou que Wood era apenas uma aproveitadora, que queria crescer com todo o dinheiro que o filho dela tinha.
A atriz Anne Helm também foi um dos casos de Presley. Quando questionada sobre seu envolvimento com o artista, ela afirmou que ele realmente gostava de sexo. Mas, muitas das meninas com quem Elvis era visto junto nunca fizeram pares românticos com o cantor, inclusive muitas delas se tornaram amigas intimas depois.
Por esse motivo, o autor americano Albert Goldman teorizou a respeito das preferências sexuais de Elvis, afirmando que ele preferia o voyeurismo (apenas observar o ato sexual) do que propriamente participar das relações. Goldman ainda afirma que, durante seu alistamento no exército, Presley foi apresentado aos horrores das DSTs por meio de sexo com garotas de programa, e, por isso, tinha medo de penetração.
O desejo de Elvis parecia não ser por sexo, tendo, inclusive, pouca maldade em suas ações. Em um dado momento, durante as filmagens do filme Paradise Hawaiian Style, a atriz com quem contracenava, Julie Parrish, sentiu uma dor súbita no corpo. Então, o cantor, rapidamente a levou para seu trailer e os dois ficaram sozinhos. De acordo com as declarações da atriz, ele somente tentou curar ela com as próprias mãos, colocando em cima de onde estava doendo, nada além disso.
June Wilkinson, a coelhinha da Playboy, certa vez, saiu para jantar com Elvis. O cantor, depois, tratou de levar ela para seu quarto em um hotel, fez com que ela se sentasse na cama e cantou pra ela com seu violão por duas horas interrompíveis. “Para ele”, afirmou Wilkinson, “aquilo foi muito mais que sexo, ele foi extremamente doce”.
Algumas mulheres, como a atriz Peggy Lipton, relata que Elvis era impotente, dizendo que ela vinha de sua infantilidade e uso pesado de remédios controlados. Em contra ponto, Cybill Shepherd, outra amante do artista, afirmou que ela teria ensinado Pélvis (como ficou conhecido por seu remelexo) a fazer sexo oral.
O maior envolvimento da vida de Elvis foi certamente com Priscilla Presley, com quem se casaria em 1967. A relação entre os dois durou somente cinco anos. Por conta dos remédios receitados para Elvis, seu comportamento mudava constantemente, de alegre e divertido para tímido e introvertido. Priscilla não suportou e se divorciou do Rei em 1973, dividindo a custódia da filha dos dois, Lisa Marie.
A autoestima de Elvis caiu bruscamente, já que sua mulher o trocou por um professor de caratê. Presley, que sempre foi um símbolo sexual, não conseguiu manter seu casamento por “não ser homem o suficiente”, como descreveria Billy Stanley, autor do livro Elvis, My Brother.
Seus namoros futuros com Linda Thompson e Ginger Alden (que viria a encontrá-lo morto no banheiro) foram diretamente afetados pela moral de Elvis, que pouco conseguia ou se interessava em fazer sexo com ambas.
 

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