Diário MS

Ministro recebe construtores de MS para tentar evitar onda de demissões

Construtores de todo o país se reuniram ontem com o ministro das Cidades, Bruno Araújo, para discutir crise no setorDivulgação/Bruno Peres

Construtores de todo o país se reuniram ontem com o ministro das Cidades, Bruno Araújo, para discutir crise no setor

O ministro das Cidades, Bruno Araújo, se reuniu nesta terça-feira (22) com os representantes das pequenas construtoras de todo o país, e técnicos da Caixa Econômica Federal para buscar medidas de aprimoramento de alguns critérios para o enquadramento e construção de empreendimentos do Programa Minha Casa Minha Vida.

 

“Tomei a iniciativa de chamar os setores envolvidos para encontrar soluções que se adequem aos interesses de todos. Nossa prioridade é gerar empregos e garantir a entrega de um produto de qualidade, realizando o sonho da casa própria”, explicou Bruno Araújo, durante a reunião na sede do Ministério das Cidades.

O construtor Adão Castilho, de Mato Grosso do Sul, que esteve presente no encontro, junto com outros representantes do Estado, disse que ficou satisfeito com o interesse do ministro de tentar resolver o problema levantado por Mato Grosso do Sul, mas que pode afetar todos os estados brasileiros devido às novas normas estabelecidas pelo Governo para o programa Minha Casa Minha Vida.

Na ocasião foram discutidas as Portarias 160 e 539 de 2016, que definem regras sobre as áreas comuns e bens públicos no entorno das construções e também das medidas de pavimentação, além das regras de transição das mudanças propostas. Os envolvidos prometeram chegar a um ponto consensual o mais rápido possível.

Adão Castilho informou que o ministro ficou de dar um parecer final sobre os problemas levantados, até o dia 29 deste mês. Bruno Araújo teria pedido também a participação de alguns representantes das construtoras em estudos que serão desenvolvidos a partir desta semana com a Caixa Econômica Federal e outros setores do ministério.

“Diante do interesse do Ministério das Cidades, acreditamos que há sim um interesse de evitar uma nova onda de desemprego em todo o país, por conta das novas normas que regem o programa habitacional”, afirmou Castilho.