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Fernanda Rodrigues fala da volta às novelas e dos filhos: ‘Me encontrei como mãe’

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Foto: Globo.Com

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Depois de dois anos longe das novelas, Fernanda Rodrigues está de volta como a vilã Fabiana de “O outro lado do paraíso”. Na história, ela internou a avó num hospício para ficar com sua herança:

– Eu fiquei muito feliz quando o Maurinho (Mauro Mendonça Filho, diretor) me convidou. Ainda mais quando soube que era uma vilã, personagem diferente das que estou acostumada. Já estava com saudades de fazer novela, foi de onde eu vim.

A atriz comemora a repercussão da personagem:

– Acho que as pessoas gostaram de me ver tão diferente. Ela é quase uma vilã de desenho animado, porque é muito má e fala coisas horríveis. Mas é tudo tão absurdo que acaba ganhando um tom de humor.

Fernanda, que apresenta o programa “Fazendo a festa”, no GNT, vai estrear a próxima temporada em março de 2018 e também estrelará a versão para o cinema de “Tô grávida”, peça com a qual ficou em cartaz durante anos. A atriz ainda lançará um livro inspirado no seu blog, “Cheguei ao mundo”, que trata de maternidade.

– Não estou tendo tempo nem para ir ao banheiro – brinca. – Vou começar a rodar o filme em maio, que é quando a minha agenda bate com a do Paulo (Vilhena, seu par na história). Enquanto isso, estamos preparando o texto. O livro também sai ano que vem.

Mãe de Luisa, de 8 anos, e de Bento, de 1, do casamento com Raoni Carneiro, a atriz garante que não deixa o volume de trabalho interferir no tempo dedicado aos filhos:

– Eu organizo minha rotina em função deles, não abro mão de participar de tudo o que lhes diz respeito. Costumo marcar sempre os compromissos na hora em que estão na escola.  Agora, com a novela, foi um pouco mais complicado, me desdobrei. Tenho conseguido estar muito presente na vida deles. Me encontrei como mãe, por isso, não delego esse papel.

A filha de Fernanda, Luisa, tem demonstrado interesse em seguir os passos da mãe e aparece desenvolta em programas na TV:

– Eu fico dando uma segurada, porque eu acho que ela ainda é muito pequena. É uma vontade dela, a gente não fica incentivando, mas também não fica podando. Ela ama, parece até que está no sangue. Como tive a experiência de começar cedo, gostaria que ela quisesse fazer outra coisa. Essa carreira é muito complicada, eu falo para ela que tem que ser levada muito a sério. Mas, se ela gostar de verdade, iremos apoiar.

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